Passando "compressão" do motor para o radiador

Quando o motor está em funcionamento, ou tentando entrar em funcionamento, durante a partida, o pistão comprimi a mistura de ar/combustível (fluido), que foi admitida, contra a câmara de combustão.  Essa compressão, diminui o volume admitido em até 14 vezes (ciclo Otto modernos), ou até 18 vezes (ciclo Diesel), gerando uma alta pressão na câmara de combustão. A câmara deve estar estanque e não permitir a fuga dessa pressão, originada da compressão, quanto mais estanque melhor será a performance do motor. Mas, com o envelhecimento dos componentes, pode começar a ocorrer uma
perda dessa pressão, em várias peças. Uma das possibilidades é quando a câmara de combustão passa a ter comunicação com o sistema de arrefecimento, por alguma falha de vedação da junta de cabeçote, ou por alguma trinca, em casos mais graves, fazendo com que o sistema de arrefecimento fique com excesso de pressão, o que provocará a abertura da válvula de alívio, localizada na tampa do reservatório ou no radiador, dependendo o modelo. Em vários casos, pode também provocar o arrebentamento de mangueiras, selos e radiador, pelo excesso de pressão. Esse excesso de pressão, ou até o arrebentamento de componentes, provocará a perda do líquido de arrefecimento, causando mal funcionamento e o motor poderá super aquecer.
Essa falha pode também, provocar o calço hidráulico, que é quando o pistão não consegue atingir o seu ponto mais alto, dentro do cilindro, chamado de ponto morto superior (PMS), por que o fluído que está sendo comprimido, está com excesso de volume, provocado por uma adição não controlada. Esse excesso pode ser de combustível, provocado por uma válvula injetora (bico) travada aberta, gotejando, 
ou pode ser água vinda do sistema de arrefecimento. Quando desligamos o motor quente e existe essa falha na vedação da câmara de combustão,  a pressão passa a ser maior no sistema de arrefecimento, empurrando a água para a câmara, o que não ocorre com o motor em funcionamento, pois a pressão gerada pela compressão, é muitas vezes maior que a do sistema de arrefecimento.
Se o tempo for suficiente, até a próxima partida, pode haver um acúmulo de quantidade de água, que impedira o pistão de completar seu curso, provocando até o encurvamento (empenamento) da biela, para absorver a energia. Se o tempo, ou a passagem for pequena, a quantidade de água, ainda poderá
causar a dificuldade de partida, muitas vezes confundida com defeitos de injeção eletrônica, ou problemas com combustível, que são os defeitos mais comuns, em situações de dificuldade de partida.

Corpo de Válvulas Parte 1



Nessa série de vídeos, eu desmontei um corpo de válvulas de um câmbio automático de uma Zafira.
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Disco de Freio Empenado -Verificação

Novo vídeo. Fiz uma verificação do empenamento em disco de freio.
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Ford Ka queimando óleo.


Quando o cliente chegou com seu Ka, eu fui atende-lo pensando que ele ia querer uma revisão de 40.000 Km, pois havia feito a de 30.000 tinha 1 ano. Mas não, a reclamação era falha de motor e de queima de óleo.


Após a constatação que queimava óleo, observei que era provável vazamento por retentor de haste de válvula, tirei as velas, para identificar o cilindro que falhava e parti para a desmontagem do comando...




GNV prejudica o motor do veículo

Pergunta:
Olá mto Boa noite!Lembra das falhas no meu corsa?Pois bem,resolvido o problema,era somente a bobina,fiz a troca e resolveu.Qria sabr se é vrdad q o GNV prejudica o motor do veículo pois qria trocar por causa da economia.Obrigado desde ja.
(Colado e copiado exatamente igual foi recebido)



Como eu suspeitava, a bobina de ignição é o principal componente do sistema de ignição, para preservá-la, mantenha em ordem os cabos e velas de ignição.

Quanto ao GNV, na minha opinião, é preciso fazer os cálculos para ver se a economia que ele terá valerá a pena, pois o uso desse combustível esta ligado ao prévio desgaste de componentes da suspensão, embreagem, sistema de arrefecimento, ignição, bomba de combustível, bicos injetores e o cabeçote. Não dá para prever quanto será a diminuição da vida útil dos componentes, pois isso depende de muitos fatores. Mas é preciso que você saiba que os fabricantes de autopeças não dão garantias para veículos movidos a GNV. Fabricantes de embreagens por exemplo.

Então, avalie bem os custos e a economia que você vai fazer. Geralmente, quem usa muito, como taxistas, podem ter alguma economia. Os demais usuários sé tem dor de cabeça, mas essa é a minha opinião, há outras opiniões que podem ser levadas em consideração.

Ou seja o GNV pode dar lucro ou prejuízo. Não esqueça de considerar o investimento inicial em seus cálculos e lembre-se que há vários preços para kits de GNV, portanto vários graus de qualidade, informe-se o máximo que puder.


Motor de Partida (Arranque)











1-Fucinho e Tampa (mancais Dianteiro e Traseiro)
2-Impulsor (Bendix)
3-Indusido
4-Bobina de Campo
5-Porta escovas/escovas
6-Automático de partida (Solenoide de pardida)

Foto da Internet, site pt.wikipedia.org

O motor de partida, ou motor de arranque, como também é conhecido, antigamente era enorme, bem maior do que os atuais. Isso por que os motores dos carros também eram enormes e suas peças pesavam muito, o que resultava em uma grande inércia que o motor de partida tinha que mover até o motor pegar.

Atualmente os motores, embora tenham taxas de compressão bem mais elevadas, ficaram menores, com peças mais leves, tornando a força necessária para movimenta-las bem menor, além disso atualmente o avanço da ignição é controlada com muita precisão, eletronicamente, praticamente cilindro a cilindro e durante a partida é zero, contribuindo para diminuir o esforço na partida.

Quem já viu uma tentativa de ligar um motor, desses mais antigos, com distribuidor e controle à vácuo e centrifugo, em que o avanço inicial estava adiantado, viu como o motor de partida sofre, pois tem que vencer, além do peso das peças, a expansão dos gases iniciada antes da hora.

E não podemos esquecer das baterias automotivas, que embora o princípio de funcionamento ainda seja o mesmo de Alessandro Volta, ela evoluiu e pode fornecer grandes picos de corrente continua, mantendo-se por mais tempo carregada.

Com tudo isso o motor de partida foi um dos componentes que mais diminui de tamanho e aumentou a potência sem alterar seu principio de funcionamento desde que foi inventado por Boss Ket, fundador da Delco e o sistema elétrico integrado.

Suspensão sofre nas estradas e ruas do Brasil

Praticamente metade (49,9%) das rodovias brasileiras tem algum tipo de problema, sendo classificadas com ruim ou péssima pela Pesquisa CNT de Rodovias 2014 (veja a pesquisa). Isso quer dizer que apresentam buracos, trincas, afundamentos, ondulações, entre outros problemas. O relatório da pesquisa é bem detalhado e mostra uma realidade bem dura para as estradas o que acredito não é diferente das ruas das cidades.


Essas péssimas condições comprometem a segurança de quem vai dentro e fora do carro e ainda causa um aumento nos gastos com a manutenção do veículo, principalmente com suspensão, pneus e freios.


Para minimizar os estragos na suspensão, a dica é, em locais de pavimentação ruim, diminuir a velocidade e ter muito cuidado para entrar e sair de buracos e saliências, procurando exigir o menor esforço possível dos componentes.


Além dos desgastes nos componentes da suspensão, amortecedor, mola, pivô, terminais, caixa de direção, entre outros, tem também um aumento de consumo de combustível.

Os fabricantes de amortecedores, como a Monroe e Cofap, recomendam que seja feito uma checagem da suspensão a cada 10.000 km. Mas se o veículo apresenta algum tipo de sintoma como, solavancos, barulhos, saída em curvas, perda do contato do pneu com o solo, aconselho a fazer imediatamente.